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 PALESTRAS PARA PROFESSORES E EQUIPE DIRETIVA DA EDUCAÇÃO INFANTIL  

 

1. EDUCAÇÃO INFANTIL: OS DESAFIOS DA UNIVERSALIZAÇÃO

  • A função da educação infantil
  • Reflexão sobre as políticas públicas voltadas para a infância
  • Concepção de infância
  • A transição entre cuidar e educar
  • A articulação das Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil e as práticas educativas 

 
2. A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA REFLEXÃO NECESSÁRIA

  • O que é a BNCC?
  • Qual o impacto da BNCC na Educação Infantil?
  • Os direitos de aprendizagem na educação infantil.
  • Os campos de experiências e as expectativas de aprendizagem.   

 
3. BRINCADEIRA E INTERAÇÃO COMO EIXOS FUNDAMENTAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

  • O desenvolvimento e a aprendizagem na infância
  • A interação na perspectiva sócio interacionista
  • Por que brincar? Como? Quando? A brincadeira como foco das práticas educativas

 

 4. APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS DE 0 A 3 ANOS

  • Desenvolvimento das crianças, características de cada faixa etária
  • Competências e habilidades que devemos desenvolver nos adultos que atuam com as crianças da primeira infância
  • Desenvolvimento neuronal das crianças de 0 a 3 anos
  • Práticas educativas estimulantes 

 

5. A FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE DE EDUCAÇÃO INFANTIL

  • As especificidades da Educação Infantil 
  • A formação inicial dos educadores da Educação Infantil
  • Os profissionais que atuam com crianças de 0 a 3 anos 

 
6. A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL

  • A importância do brincar
  • O brincar com e por meio das linguagens
  • As possibilidades pedagógicas do brincar na sala de aula
  • O jogo e as brincadeiras tradicionais
  • A organização das práticas educativas por meio do brincar
  • A contribuição do brincar no desenvolvimento e aprendizagem das crianças de 0 a 6 anos 

 
7. RECONSTRUINDO E REINVENTANDO TEMPOS E ESPAÇOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

  • Os espaços educativos promovendo a aprendizagem
  • A organização do tempo e do espaço 
  •  As áreas curriculares e os principais blocos de conteúdo
  • Recheando e colorindo os espaços educativos 

 
8. PLANEJAMENTO DAS AÇÕES EDUCATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

  • Como planejar as práticas educativas
  • A rotina da creche
  • Atividades permanentes
  • Sequência didática
  • Projeto Educativo 

 
9. AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: OBSERVAÇÃO E INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA 

  • Refletir sobre a importância da avaliação na educação infantil
  • Refletir sobre o olhar ampliado dos educadores com a função de intervir pedagogicamente
  • Refletir sobre a prática da avaliação processual com finalidade pedagógica
  • Comentar e analisar os instrumentos de avaliação
  • Orientar o como observar e como intervir no desenvolvimento e aprendizagem das crianças de 0 a 5 anos 

 

10. APROXIMAÇÃO DA FAMÍLIA NA ESCOLA – UM VÍNCULO NECESSÁRIO

  • Análise sobre as diversas composições familiares
  • A função da escola e da família  
  • A importância da relação entre a escola e a família
  • Projetos para a aproximação dos familiares das crianças na escola infantil 

 
11. O BRINCAR E A NATUREZA

  • O brincar livre e orientado: como, quando e onde?
  • O brincar próximo da natureza
  • A natureza como instrumento pedagógico
  • O desemparedamento das crianças na Educação Infantil 

 
12. DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

  • Como trabalhar as emoções e sentimentos na Educação Infantil
  • Desenvolvimento das funções executivas superiores
  • O que é competência socioemocional?
  • Quais são as habilidades necessárias para desenvolver tal competência
  • A autorregulação das emoções 

 

 

 

 

 

PALESTRAS PARA EDUCADORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL

E ENSINO FUNDAMENTAL 
 

1. A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR E A MELHORIA DO DESEMPENHO ESCOLAR

Sabemos da urgência e prioridade de investimentos para a educação pública de qualidade e que o desenvolvimento de um município e de uma nação, está diretamente ligado à educação, mas, é preciso continuamente um grande empenho para que nenhum aluno saia da escola sem nada aprender. A intenção de todas as escolas é de que seus alunos possam melhorar o desempenho escolar, no entanto segundo o último Censo Escolar divulgado pelo INEP, 1 a cada 10 alunos do 3º ano do Ensino Fundamental reprova e na avaliação do ANA (Avaliação Nacional da Alfabetização) os dados mostraram que mais da metade dos alunos do 3º ano do ensino fundamental têm nível insuficiente em provas de leitura e matemática. Isso é alarmante e assustador. É preciso envidar melhores esforços de todos os envolvidos com a educação para que possamos construir uma educação de qualidade, uma educação mais humanizada, com equidade e igualdade de oportunidade para cada aluno desse país.  No encontro, apontaremos alguns itinerários possíveis para promover um melhor aprendizado dos alunos, refletindo sobre a Base Nacional Comum Curricular e outros desafios como a formação de leitores competentes. Sabemos que o Brasil tem avançado na educação, mas, é preciso não descuidar do processo ensino aprendizagem, do aluno que está na sala de aula e que tem direito a aprender. Todos os esforços da sociedade, dos gestores, educadores, devem ser para que não saia nenhuma criança ou jovem da escola, sem que tenham de fato tenham aprendido a ler, escrever, compreender um texto e raciocinar logicamente. 
 
2. ITINERÁRIOS POSSÍVEIS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE MELHORIAS NA QUALIDADE SOCIAL DA EDUCAÇÃO

Nós sabemos da urgência e prioridade de investimentos para a educação pública de qualidade, sabemos que o desenvolvimento de um município e de uma nação, está diretamente ligado à educação, mas, é preciso repetir, falar em voz alta, para que a sociedade civil e parlamentares valorizem a educação. Num país em que a metade da população vive em regiões sem coleta de esgotos e que a diferença de aproveitamento escolar entre crianças que têm e não têm acesso ao saneamento básico é de 18%, até quando podemos esperar pela aprovação? Para melhorar a educação do Brasil, diversas ações tem sido realizadas por cada canto desse país, com a Emenda Constitucional Nº 59/2009 a educação básica passando a ser obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, significa que todas as crianças de 4 e 5 anos tem direito a educação infantil, e sabemos que um ensino infantil de qualidade pode aumentar a eficiência escolar e reduzir a desigualdade social. A primeira meta do PNE: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta da Educação Infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos. Essa tarefa os municípios estão realizando, caminhando em busca do atendimento, mas, é preciso um olhar atento da sociedade para essa oferta de vagas, pois os pais poderiam ter a escolha de educar e cuidar seus filhos até os seis anos em casa ou não, mas, se o governo define como meta a universalização da educação infantil é preciso recordar que isso exigirá boas condições para receberem a criança, garantindo qualidade educacional, com espaços bem estruturados, professores bem preparados e remunerados adequadamente, aproximação e envolvimento da família com a escola, um bom currículo, entre tantos outros fatores que compõem o universo infantil. Estudo recente desenvolvido por pesquisadores da Universidade de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas e da Organização das Nações Unidas, apontam que se a creche não for de qualidade, o desempenho dos estudantes pode ser, inclusive, pior do que o alcançado por alunos que não frequentaram essas unidades.  Nas metas do PNE, há outras que merecem nossa atenção, as metas que direta ou indiretamente apoiam os investimentos e revisão na formação inicial e continuada dos educadores, bem como a valorização docente. Um dos maiores estudos no país sobre currículos das licenciaturas foi feito recentemente pelas fundações Victor Civita e Carlos Chagas e a pesquisa aponta que é preciso que os cursos de licenciatura do país revisem seus currículos para que os acadêmicos que serão professores possam estudar mais sobre a prática da sala de aula, a pesquisa apontou que nos cursos de licenciatura do país que formam professores de português e de ciências, a carga horária voltada à docência fica em 10%. Pode? É preciso sem dúvida da teoria, mas, é preciso a prática e isso, ocorre ainda em cursos presenciais e quando os professores se formam com cursos a distância? Aqui apenas tentei elucidar algumas questões para refletirmos e buscarmos ações eficientes para superamos as desigualdades educacionais, sociais, culturais. Vamos juntos desejar e tomar nas mãos a conquista da aprovação das metas e depois as ações em busca da melhoria da educação pública! Nosso olhar, nossa atitude focada no que realmente importa: educar para que crianças e jovens possam construir um bom projeto de vida. 
 
3. A FORMAÇÃO DE LEITORES COMPETENTES: UM CAMINHO POSSÍVEL PARA MELHORAR O DESEMPENHO ESCOLAR

A intenção de todas as escolas é de que seus alunos possam melhorar o desempenho escolar, portanto, todos os esforços dos gestores, educadores, devem visar a qualidade educacional, buscando caminhos possíveis para promover um melhor aprendizado dos alunos. Nesse encontro apresentamos situações reflexivas e práticas sobre a importância da formação de leitores competentes dos alunos da Educação Básica para que possam obter melhor desempenho escolar, seja nas avaliações nacionais, como para garantir o direito de aprender. Sabemos que o Brasil tem avançado na educação, mas, é preciso não descuidar do processo ensino aprendizagem, do aluno que está na sala de aula e que tem direito a aprender. Todos os esforços da sociedade, dos gestores, educadores, devem ser para que não saia nenhuma criança ou jovem da escola, sem que tenham de fato tenham aprendido a ler, escrever, compreender um texto e raciocinar logicamente. Um relatório inédito do Banco Mundial estima que o Brasil vá demorar 260 anos para atingir o nível educacional de países desenvolvidos em Leitura e 75 anos em Matemática. Isso porque o País tem avançado, mas a passos muito lentos.  O cálculo foi feito com base no desempenho dos estudantes brasileiros em todas as edições do Pisa, a avaliação internacional aplicada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE). Fonte: Fonte: http://www.worldbank.org A população quase não lê e praticamente não possui hábitos culturais, como ir a exposições e peças teatrais, por exemplo. A falta de leitura, faz com que as pessoas diminuam sua capacidade de compreensão e a capacidade de escrever, coisa que os países mais bem desenvolvidos possuem muito bem. Em uma pesquisa feita em 2016, Retratos da Leitura no Brasil, constatou-se que 70% da população brasileira não leu sequer um livro ao longo do ano passado. É preciso então, unir esforços de todos os educadores comprometidos com a qualidade educacional das escolas, para contribuir não somente com o compromisso do município em elevar seus índices, mas, efetivamente em proporcionar aos alunos o direito de aprender, direito de se tornar leitor competente. Pois ler e escrever é compromisso de todos e de todas as áreas do conhecimento. 
 

4. A GESTÃO DA SALA DE AULA: ALUNOS MAIS APRENDENTES

  • Refletindo sobre a situação da Educação Brasileira
  • Condições externas para garantir o sucesso escolar
  • As principais competências e habilidades que precisam ser desenvolvidas nos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental
  • A gestão da sala de aula 

 
5. COMO PROMOVER A APRENDIZAGEM E MELHORAR O DESEMPENHO ESCOLAR 

  • Breve análise sobre os resultados das avaliações nacionais e internacionais e os impactos na educação brasileira.
  • Itinerários possíveis para elevar o IDEB: os indicadores de qualidade social da educação
  • Ler e Escrever como compromisso de todas as áreas e todos os níveis de conhecimento
  • A aprendizagem dos alunos como foco da educação 

 
6. DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE ACORDO COM A BNCC

  • Desenvolvimento das funções executivas superiores
  • O que é competência socioemocional?
  • Quais são as habilidades necessárias para desenvolver tal competência
  • A autorregulação das emoções 

 
7. OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO E O ENCANTAMENTO PELO ATO DE EDUCAR

  • A arte de educar
  • A formação dos professores em serviço
  • As competências e a sala de aula